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Em 2019, agentes de Dedé afirmaram que “ele nunca processaria o Cruzeiro”; jogador processou o clube na última segunda (4)

A segunda-feira (11) foi bastante agitada nos bastidores do Cruzeiro, com a falta de Jadsom Silva ao treinamento do dia e probabilidade de uma ação judicial contra o clube vinda do jovem jogador, e também da notícia de que o zagueiro Dedé entrou na Justiça do Trabalho contra a Raposa pedindo a rescisão de seu contrato e valores que ultrapassam os R$ 35 milhões.

Mas algo curioso nesse caso é que no final de 2019, após rebaixamento inédito da equipe celeste, Giuliano Aranda e Ubiraci Cardoso, agentes de Dedé, garantiram ao portal Superesportes que o camisa 26 jamais processaria o Cruzeiro.

De acordo com a matéria, Arana respondeu à equipe do portal que a informação de uma suposta possibilidade de processo do jogador contra o clube não procedia. Já Ubiraci foi mais além e disse as seguintes palavras: “Ele nunca irá fazer isso. Essa possibilidade não existe”.

Ação de Dedé

O zagueiro Dedé que não atua há mais de um ano pelo Cruzeiro por seguidas lesões entrou na Justiça do Trabalho contra o time celeste pedindo a rescisão de seu contrato com a Raposa, além de mais R$ 35 milhões.

Confira os pedidos de Dedé:

  • R$ 13.782.000,00: Pagamento dos valores incontroversos a título de remuneração inadimplida
  • R$ 3.390.666,66: Pagamento das verbas rescisórias
  • R$ 10.500.000,00: Com base no real salário ajustado (compreendendo-se os registrados na CTPS, bem como os pagos “por fora”) e em decorrência da rescisão indireta do contrato de trabalho por culpa exclusiva da Reclamada (atraso nos salários – mora contumaz configurada), requer de Vossa Excelência seja a Reclamada condenada ao pagamento da cláusula compensatória legal devida.
  • R$ 704.400,00: Seja a Reclamada condenada ao recolhimento do FGTS referente ao período não recolhidos.
  • R$ 1.032.000,00: Reflexos incidentes sobre o 13º salário aplicáveis às verbas pagas por fora a título de “direito de imagem”;
  • R$ 1.045.333,32: Reflexos sob férias + 1/3, incidentes sobre as verbas pagas por fora, devendo a mesma ser condenada ao pagamento integral destas, devidamente corrigidas e atualizadas na forma da Lei
  • R$ 1.053.658,66: FGTS incidente sobre os valores pagos por fora
  • R$ 3.750.000,00: Indenização por dano moral
  • Pagamento dos honorários advocatícios no importe de 15% (quinze por cento).

Veja também: Dedé entra na justiça contra o Cruzeiro pedindo rescisão mais R$ 35 milhões mas tem pedido negado

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